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BRASIL, Sul, JACAREZINHO, Homem, de 15 a 19 anos, Informática e Internet, Música, TV e Novelas

Eu voto MARINA SILVA para Presidente da República

Sobre seu crescimento nas pesquisas, Marina disse que há uma onda verde no Brasil inteiro e que esta onda tende a crescer  Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

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Meu voto é de MARINA SILVA, Número 43, do Partido verde, PV. pelos seguintes motivos:

Ela é imaculadamente honesta, conforme já foi falado em uma reportagem da Revista Veja, e nós precisamos muito, mas muito mesmo, de gente honesta no governo.
Marina Silva é uma pessoa do bem.
Ela veio do povo pobre, foi empregada doméstica, estudou com seu esforço e determinação, até chegar onde está hoje, ela é Senadora pelo Acre, em Brasilia, o que parece um milagre. Isto mostra o quanto ela é inteligente e capaz.
Ela no meu entender foi a melhor Ministra do governo do presidente Lula, mas foi praticamente obrigada a renunciar porque queria fazer o que é certo e bom para o Brasil, mas dentro do governo outros mais poderosos que ela não queriam.
Marina Silva defende uma das maiores riquezas que o nosso país possui, que é a Natureza na Amazônia, e também no restante do Brasil, mas outros que só se importam com seu lucro pessoal, destruindo a Natureza e enchendo o bolso, esses não a querem.
Mas agora, se nós votarmos nela e ela ganhar, nós teremos no Brasil as novas energias limpas, teremos o uso da energia do sol que é a mais pura e limpa que existe, não as energias poluentes de hoje, produtoras de fumaça que prejudicam a nossa saúde e o clima do mundo.
Com as energias limpas não precisaremos usar o perigoso e poluente petróleo do pré-sal, com seu enorme risco de derramamento no mar, como já aconteceu lá fora, nos Estados Unidos.
Com ela no governo nós teremos a continuação e ampliação dos benefícios ao povo pobre que Lula criou, como o Bolsa Família, porque ela sabe muito bem o que é ser pobre.

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Fernando Meirelles, Alex Atala, Thalma de Freitas, Xis, Bob Wolfenson e José Miguel Wisnik participaram do evento  Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

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Escrito por Jéfferson Balbino às 21h44 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Sessão Especial: Quem é MARINA SILVA?

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Aos 52 anos, Marina Silva entra na disputa pela Presidência com o desafio de ser a "terceira via" do debate eleitoral. Senadora e ex-ministra do governo Luiz Inácio Lula da Silva, ela anunciou em agosto do ano passado que deixaria o PT após 30 anos.

Filiou-se ao PV já com a garantia de que tentaria a vaga de preidente pelo partido. Muito antes do início da campanha, Marina tem batido na tecla de que a população precisa negar uma eleição plebiscitária, evitando a polarização entre os sucessores de Fernando Henrique Cardoso e de Luiz Inácio Lula da Silva, respectivamente José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).

Apesar das divergências com Lula - ela deixou o Ministério do Meio Ambiente após rusgas com Dilma Rousseff (ex-Casa Civil), Reinhold Stephanes (Agricultura) e Roberto Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) -, Marina tem uma trajetória que é comparada à do presidente metalúrgico.

Descendente de retirantes nordestinos que foram para o Norte extrair borracha, Marina nasceu Maria Osmarina Marina Silva em 8 de fevereiro de 1958 no seringal Bagaço, a 70 km de Rio Branco, capital do Acre. Neta de portugueses e escravos, filha de Pedro Augusto e Maria Augusta Silva, Marina teve dez irmãos, mas só sete sobreviveram.

Com a morte da mãe, quando tinha 14 anos, Marina foi para Rio Branco tratar de uma hepatite. Na capital do Acre, passou a trabalhar como empregada doméstica e foi alfabetizada no Mobral. Aos 16 anos, foi morar em um convento e decidiu ser freira, ideia que abandonou anos mais tarde.

Marina se casou duas vezes. O primeiro marido, Raimundo Souza, era um técnico em informática com quem teve dois filhos: a menina Shalon e o menino Danilo. Após se casar, Marina concluiu os estudos do 1° e 2° grau e passou no vestibular de história da Universidade Federal do Acre. Foi na universidade que descobriu a política. Começou a militar no movimento sindical, entrou para um grupo de teatro e descobriu o intelectual revolucionário alemão Karl Marx. O segundo casamento já dura 23 anos com o técnico agrícola Fábio Vaz de Lima, com quem Marina teve duas meninas: Moara e Mayara.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 21h17 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Espaço Aberto: Última pesquisa eleitoral pra Presidência da República

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A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, aparece 20 pontos à frente de José Serra (PSDB) a um dia do primeiro turno. Segundo pesquisa Ibope divulgada neste sábado (2), Dilma tem 51% dos votos válidos (excluindo brancos e nulos), contra 31% de Serra e 17% de Marina Silva (PV).

 

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. De acordo com o Ibope, os outros candidatos somaram 1% da preferência do eleitorado. 

O Ibope fez a simulação de segundo turno. Neste cenário, Dilma também venceria Serra. A petista teria 51% dos votos, contra 37% do tucano. Brancos e nulos somam 7% e indecisos chegam a 5%.

última sondagem do Ibope foi divulgada no dia 29, quando Dilma tinha 50% das intenções de votos totais, o tucano aparecia com 27% e a candidata do PV, com 13%. Em votos válidos, quando são excluídos brancos e nulos, Dilma tinha 55% das intenções contra 30% de Serra e 14% de Marina.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores do dia 29 de setembro ao dia 1º de outubro. A sondagem foi feita a pedido do jornal O Estado de S. Paulo e da Rede Globo. O registro da pesquisa foi feito no dia 25 de setembro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 33.252/2010.

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Fonte: R7

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Escrito por Jéfferson Balbino às 21h05 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Espaço Aberto: Eleições 2010

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No próximo domingo, 3 de outubro, os brasileiros vão às urnas para decidir quem serão seus representantes nos principais cargos políticos do país.

 

Para votar em seu candidato, o eleitor tem que ter em mãos apenas um documento com foto, como RG, carteira de motorista, carteira de trabalho ou passaporte.

É preciso ficar atento, porque, nestas eleições, os cidadãos brasileiros não poderão utilizar somente o título de eleitor para conseguir computar seu voto, já que ele não tem foto. O eleitor que não estiver com documento com foto não poderá votar.
 
É possível checar o endereço de sua zona e seção eleitoral através do 
site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Na página, há a opção de consulta pelo nome ou pelo número do título de eleitor.

Outros documentos como CPF e certidão de nascimento também não serão aceitos nas eleições de 2010.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 20h46 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Entrevista Especial com Whalter Negrão - Parte 1

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Meu entrevistado de hoje é um consagrado e renomado autor de novelas da TV Globo, ele já escreveu vários clássicos da teledramaturgia brasileira, criou personagens marcantes que até hoje relembramos com muito carinho. Além de alicerce, ele pode perfeitamente ser considerado um dos protagonistas da história da nossa teledramaturgia. E, hoje ele volta á tela da Globo para contar a envolvente história de “Araguaia”, que é a nova novela das seis e que  tem tudo pra se tornar sucesso absoluto.

Hoje, com muito prazer e orgulho eu entrevisto o melhor autor de novelas do Brasil, segundo a magistral e saudosa novelista Janete Clair: WHALTER NEGRÃO.

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Jéfferson Balbino: Você começou sua carreira artística como ator em algumas novelas da extinta TV Tupi. Conta um pouco dessa fase da sua vida?

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Whalter Negrão: Na verdade, comecei como figurante. Até que Sylas Roberg, genial autor me chamou e disse: vou te ensinar a escrever. Foi pelas mãos desse grande amigo que comecei.

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Jéfferson Balbino: Por que você desistiu da carreira de ator?

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Whalter Negrão:         Porque logo percebi que jamais seria um bom ator.

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Jéfferson Balbino: Sua primeira novela como autor foi na Rede Record em 1964 com a novela “Renúncia”. Como foi essa sua estréia?

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Whalter Negrão:         Foi complicada e engraçada. O Boni, que estava na TV Rio, havia comprado a novela (de rádio) de Oduvaldo Vianna e me mandou para adaptar pra TV. Só que ninguém tinha lido a história e me dei conta que no capitulo 5 o herói sofria um acidente e ficava deformado. No rádio, tudo bem. Mas na TV, como ter um galã monstruoso? E era a estréia de Francisco Cuôco na Record!

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Jéfferson Balbino: Na Record, você ainda escreveu as novelas: “Banzo” (1964),       “Marcados pelo Amor” (1965) e “Somos Todos Irmãos” (1966), que eram adaptações de textos radiofônicos. Que lembranças você tem desses trabalhos ao lado de Roberto Freire?

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Whalter Negrão: Foi uma época importante na minha vida. Com o Roberto, que era psicanalista, aprendi muito a compor os perfis psicológicos dos personagens.

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Jéfferson Balbino: Você foi o responsável por implantar a teledramaturgia na Band, com a novela “Os Miseráveis” (1967). Houve alguma dificuldade em adaptar esse clássico do escritor francês Victor Hugo?

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Whalter Negrão: Houve dificuldade, sim. Porque além de adaptar, eu produzia e acompanhava a edição da novela. Mas o diretor, meu compadre Ademar guerra, me dava boa cobertura e chegamos até o final.

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Jéfferson Balbino: Na TV Tupi você escreveu dois clássicos da teledramaturgia brasileira que foram as novelas: “Antônio Maria” (1968) e “Nino, o Italianinho” (1969). Como foi sua parceria com o Geraldo Vietri nessas produções?

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Whalter Negrão: Se com o Roberto Freire aprendi a "psicologia dos personagens", com o Vietri aprendi como é botar o papel em branco na máquina e deixar a inspiração comandar a criação. Vietri foi outro grande mestre.

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Jéfferson Balbino: Você chegou a trabalhar nos últimos capítulos da novela “A Cabana do Pai Tomás” (Rede Globo/1969). Foi você que criou o desfecho final da trama ou foi o Sérgio Cardoso?

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Whalter Negrão:         Vou ser sincero: só escrevi os últimos 19 capítulos a pedido do Sergio e nem me lembro que final foi esse. Mas não me esqueço que essa novela abriu as portas da TV globo pra mim.

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Jéfferson Balbino: A primeira novela que você escreveu integralmente na TV Globo foi “A Próxima Atração” (1970) que tinha no elenco o futuro autor de novelas Silvio de Abreu que participou da trama interpretando o personagem Damasceno Righi Salomão. Inclusive o personagem dele reapareceu na sua novela posterior que foi “Editora Mayo, Bom Dia” (Rede Record/1971). Como era o novelista Silvio de Abreu como ator?

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Whalter Negrão:         O Silvio funcionou muito bem na novela porque era comédia. Não sei como se sairia noutro tipo de papel.

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Jéfferson Balbino: Durante as gravações da novela “O Primeiro Amor” (Rede Globo/1972) houve o falecimento do ator Sérgio Cardoso que era o protagonista da trama. Como você manteve forças para dar continuidade à história?

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Whalter Negrão: Alguém já disse que "o espetáculo fica melhor quando é imprevisível". Logo, se um trabalho se torna imprevisível para o próprio autor, com certeza ficará melhor ainda. A força pra terminar veio daí, do desafio de manter a novela no ar.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 00h47 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Entrevista Especial com Whalter Negrão - Parte 2

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Jéfferson Balbino: Sua novela seguinte na TV Globo foi “Cavalo de Aço” (1973) que enfrentou muitos problemas com a Censura Federal, principalmente quando tentou discutir o tema da reforma agrária. Você acha que o enredo da novela foi muito prejudicado pelos constantes vetos?

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Whalter Negrão:         Sem duvida a novela foi prejudicada! Era tanta censura, tantos vetos, que eu e Daniel Filho acabamos optando por terminá-la como um policial clássico. Matei o "Velho Max", personagem do Ziembinsky, e o publico ficou correndo atrás de descobrir "quem matou?"

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Jéfferson Balbino: Por que houve algumas desavenças nos bastidores da novela “Supermanoela” (Rede Globo/1974)?

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Whalter Negrão: A novela era fraca como história (minha) e direção. Aí a coisa encruou, a Marília Pêra se revoltou, eu fiquei de saco cheio e o meu o piorou ainda mais. O elenco estava certo de se revoltar.

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Jéfferson Balbino: Depois dessa novela como foi voltar à teledramaturgia da TV Tupi com as novelas: “Ovelha Negra” (1975), “Xeque-Mate” (1976), “Cinderela” (1977) e “Roda de Fogo” (1978)?

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Whalter Negrão:         Nas três primeiras citadas o trabalho foi uma delicia. Porque era uma parceria com o meu irmão e mestre Chico de Assis. O homem que mais entende de dramatugia neste país. Já em "Roda de Fogo" entrei pra quebrar um galho do Carlos Zara, diretor artístico da Tupi na época. O autor original, Sergio Jockyman, havia desistido de continuar a novela, tinha jogado a toalha. Eu a peguei no final apenas, pra terminá-la honrosamente.

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Jéfferson Balbino: Você depois voltou a TV Globo onde supervisionou as novelas “Chega Mais” (1980), “As Três Marias” (1981) e “O Amor é Nosso” (1981). Como foi sua participação na autoria dessas tramas?

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Whalter Negrão: De fato eu só supervisionei "Chega Mais", do Carlos Eduardo Novaes que fazia sua primeira novela. Nas demais eu entrei pra consertar e terminar. Era assim como botar nos eixos, juntar as tramas que estavam se desgarrando. Daí o apelido que o Chico Anysio me botou e do qual me orgulho: "negrão do pastoreio"

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Jéfferson Balbino: Como foi adaptar “Pic-nic Classe C” (1982) na TV Cultura?

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Whalter Negrão: Foi difícil, porque era só uma crônica de duas páginas e precisei transformar numa série de 40 capítulos. Ao mesmo tempo tive o maior prazer em adaptar uma história de Osvaldo Molles, o gênio do rádio que criou o "charutinho", personagem eterno interpretado pelo querido Adoniran Barbosa.

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Jéfferson Balbino: Um dos destaques da novela “Pão-Pão, Beijo- Beijo” (Rede Globo/1983) foi o personagem Soró do saudoso ator Arnaud Rodrigues. Qual foi sua inspiração ao criar esse inesquecível personagem?

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Whalter Negrão:         Eu busquei repetir o "Xerife", meu personagem de "O Primeiro Amor" e depois do seriado "Shazan, Xerife & Cia."

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Jéfferson Balbino: O que você destacaria da sua novela “Livre para Voar” (Rede Globo/1984)?

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Whalter Negrão: Destaco dois trabalhos de atores: o Pardal, de Tony Ramos e o moleque Gibi, do saudoso Fernando Almeida.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 00h43 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Entrevista Especial com Whalter Negrão - Parte 3

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Jéfferson Balbino: Recentemente eu entrevistei o autor Alcides Nogueira e ele me falou que aprendeu o ‘beabá’ da teledramaturgia com você... Como foi trabalhar com o autor na novela “Direito de Amar” (Rede Globo/1987)?

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Whalter Negrão:         O Tide, como o chamamos, é de uma gentileza ímpar. O que fez dele um autor não foi eu, mas o seu talento.

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Jéfferson Balbino: Além do Alcides Nogueira eu também entrevistei outros ex-colaboradores seu como: Margareth Boury, Thelma Guedes, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares e todos falaram muito bem de você. Qual é a sensação de vê-los agora como renomados autores - titular?

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Whalter Negrão:         A sensação é de prazer e orgulho ao mesmo tempo. Como um pai de filho que passa no vestibular.

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Jéfferson Balbino: Como você acha que a sociedade brasileira vem sendo representada na teledramaturgia?

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Whalter Negrão:         De forma descompensada: a maioria dos personagens é da classe alta ou de uma classe baixa irreal, como se não tivesse problemas financeiros, só amorosos.

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Jéfferson Balbino: Em sua opinião porque a personagem Joana Flores (Yara Amaral) foi o maior destaque da sua novela “Fera Radical” (Rede Globo/1988)? E como foi trabalhar com essa saudosa atriz?

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Whalter Negrão:         Yarinha era antes de tudo uma grande amiga e vizinha. Mas, acima de tudo, era uma grande atriz. E sempre foi destaque em todos os seus trabalhos.

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Jéfferson Balbino: Em 1989 você e o autor Antonio Calmon escreveram a novela “Top Model” (Rede Globo). Como vocês criaram essa envolvente história?

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Whalter Negrão: A semente inicial era do Calmon. O Daniel Filho nos juntou porque era a primeira novela dele. A partir daí ficamos amigos e o trabalho correu leve e solto, sem stress.

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Jéfferson Balbino: Você também escreveu alguns “Teleteatros” na TV Tupi. Que recordações você guarda desse trabalho?

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Whalter Negrão:         Eu comecei escrevendo teleteatros, até porque não havia a telenovela diária ainda. E as recordações são as melhores que alguém pode ter. Era tudo ao vivo, a televisão ainda movida "à lenha".

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Jéfferson Balbino: Eu queria que você me falasse como foi sua parceria com o diretor Reynaldo Boury na novela “Despedida de Solteiro” (Rede Globo/1992)?

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Whalter Negrão: Ô, saudade do Boury! Numa das minhas primeiras peças, na TV Excelsior, ele era camera-man, veja só! Depois, como diretor, só tenho a agradecer: "Despedida de Solteiro" foi um sucesso.

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Jéfferson Balbino:  Você escreveu a novela “Anjo de Mim” (Rede Globo/1996) que abordava o espiritismo. Você nunca pensou em escrever uma novela usando outras religiões no contexto da trama, como a religião evangélica, que nunca foi abordada de uma forma contundente na teledramaturgia brasileira?

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Whalter Negrão:         Se fosse para abordar os evangélicos sérios eu poderia até pensar no tema.

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Jéfferson Balbino: Tem uma novela sua que eu tenho um carinho muito especial, inclusive adorei revê-la no “Vale a Pena Ver de Novo” que é “Era uma Vez...”. O que te motivou a escrever uma novela destinada ao público infantil?

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Whalter Negrão:         A motivação é simples: meus netos!

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Jéfferson Balbino: Por falar em “Vale a Pena Ver de Novo” como é ser o autor com o maior número de novelas reprisadas na sessão? Deve ser um privilégio né?

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Whalter Negrão:         Será que é isso mesmo? Nunca contei. E acho que já está na hora de reprisar alguma das minhas novelas. "Desejo Proibido", por exemplo.

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Jéfferson Balbino: Infelizmente as novelas atuais não conseguem mais registrar aqueles exuberantes índices de audiência, que registrava no passado. Você ainda acredita na força da telenovela como veiculo de cultura em massa?

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Whalter Negrão: Os números menores decorrem da concorrência mais acirrada, da internet etc., mas a telenovela é eterna como entretenimento e veiculo de cultura de massa.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 00h39 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Entrevista Especial com Whalter Negrão - Parte 4

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Whalter Negrão com a atriz Laura Cardoso

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Jéfferson Balbino:    Em 2000 você escreveu a novela “Vila Madalena” (Rede Globo) que não tinha abertura fixa, algo até então incomum, era exibido apenas um videoclipe da trilha sonora nacional da novela. De quem partiu a idéia, que foi uma inovação na teledramaturgia?

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Whalter Negrão: A idéia partiu do Daniel Filho, porém foi abandonada logo porque não resultou muito bem.

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Jéfferson Balbino:    Na sua novela “Como uma Onda” (Rede Globo/2004) um dos destaques da trama foi a personagem Dona Francisquinha, interpretada pela brilhante atriz Laura Cardoso. Como foi trabalhar com essa grande atriz da TV Brasileira?

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Whalter Negrão:         Como foi, não! Como é, e como será! Porque ela está na minha nova novela "Araguaia" e estará em quantas mais eu escrever. Preciso dizer por quê? Porque é a maior atriz que este país tem!

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Jéfferson Balbino: Que avaliação você faz do trabalho da minha conterrânea, a novata atriz Grazzi Massafera, que trabalhou com você na novela “Desejo Proibido” (Rede Globo/2007)?

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Whalter Negrão:         Como pessoa a Grazzi é uma graça. Como atriz foi uma grata revelação! Estudiosa, dedicada, simples, humilde, disposta a aprender e compartilhar. Não bastasse, é aquela mulher lindíssima.

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Jéfferson Balbino: Certa vez li uma entrevista da Janete Clair em que ela dizia que você (ao lado de Dias Gomes, Vicente Sesso e Ivani Ribeiro), era um dos melhores novelistas do Brasil porque entende do metiê. Como foi ser avaliado dessa forma por ela? E quem você considera os melhores novelistas do país?

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Whalter Negrão:         O elogio da Janete me valeu ouro, me deu uma alegria enorme. Quanto aos que considero melhores hoje, vou citar apenas os novos pra não causar melindres: Elizabeth Jhin, Duca Rachid e João Emmanuel Carneiro.

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Jéfferson Balbino: O que o público pode esperar da sua nova novela que estréia hoje: “Araguaia”?

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Whalter Negrão:         Pode esperar uma história cheia de encontros e desencontros amorosos numa paisagem de estontear. E tem também um lado místico que agrada demais aos brasileiros. Sem falar na parte política que aborda a guerrilha do Araguaia, uma ferida na história da repressão brasileira.

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Jéfferson Balbino: Pra finalizar nossa entrevista, qual foi à melhor novela que você já assistiu?

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Whalter Negrão: A melhor novela que assisti foi “Beto Rockfeller”, pela importância que teve ao traçar novos rumos para o gênero no Brasil. Foi uma brilhante idéia de Cassiano Gabus Mendes (inspirada no filme “Il Sorpasso” de Dino Risi), que o Braulio Pedroso desenvolveu e o Lima Duarte dirigiu, na extinta TV Tupi.

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Jéfferson Balbino: Whalter, foi um imenso prazer entrevistar um brilhante autor como você. Sempre fui aficionado pelo seu trabalho e todos nós sabemos da importância da sua contribuição para a história de sucesso da teledramaturgia brasileira. Parabéns pela magnífica carreira e muito sucesso na sua nova novela “Araguaia”. Um grande abraço!

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Whalter Negrão: Jéfferson querido, graças pelos votos e, se assistir a estréia, me dê sua opinião que é valiosa porque você manja do assunto. Beijão do Whalter.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 00h34 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Próxima Estreia: Araguaia, a nova novela da Globo

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Próxima Estreia: ARAGUAIA

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Solano conhece Manuela

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Nessa segunda-feira estréia a nova novela das seis da TV Globo: “Araguaia”. A novela é escrita por Whalter Negrão, e dirigida por Marcos Schechtman, e conta com um elenco estrelar entre os principais nomes estão: Lima Duarte, Regina Duarte, Murilo Rosa, Cléo Pires, Edson Celulari, Lauro Cardoso, Thiago Fragoso entre outros nomes de nossa teledramaturgia.

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Com o caderno em mãos, Antoninha começa a se explicar para o filho

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Sinopse

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A trama se passa em Araguaia, onde o domador de cavalos Solano (Murilo Rosa), filho de Fernando (Edson Celulari) vai até o lugarejo para conhecer a avó. Lá ele percebe que a população da região é oprimido pelo criador de gado Max (Lima Duarte) e mobiliza o povo à tomar uma atitude contra o poderoso fazendeiro. Ainda lá, Solano se apaixona pela filha de Max, a jovem Manuela (Milena Toscano), porém, embora seja recíproca a paixão a moça está comprometida com Vitor (Thiago Fragoso). Solano ainda se sentirá atraído por Estela (Cléo Pires) que é a esposa de seu pai e, essa atração fatal será correspondida após a morte de seu pai.

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Murilo Rosa descreve Solano como 'um apaixonado pela natureza e pela vida' (Araguaia/ TV Globo)

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Não perca hoje, as emoções dessa nova novela.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 00h14 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Emoção nas Novelas: "Araguaia"

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ARAGUAIA

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Capítulo 001

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Fernando e Estela chegam ao Jockey Clube, ele aposta suas últimas economias em um cavalo e perde tudo. Fernando decide então visitar seu filho Solano, em Pirenópolis, para pedir dinheiro emprestado. Solano sobe a ladeira de Pirenópolis com os cristãos da festa da cavalhada. Vitor Vilar pilota o hidroavião sobre o rio Araguaia e Manuela observa o enorme acampamento de turistas. O fazendeiro Max ameaça avançar com a boiada para cima dos turistas que se aproximarem de sua propriedade. Fred e as monitoras Safira, Ametista e Esmeralda recepcionam os turistas que chegam à operadora. Max repreende os peões que estão no bar de Janaína por não estarem trabalhando. Cirso se recusa a cumprir as ordens de Max. Fernando e Estela chegam a Pirenópolis e ele lhe mostra seu filho, Solano, participando da cavalhada. Max afirma a Antoninha que desistiria do processo para ficar com sua estância se ela aceitar ficar com ele. Fernando consulta sua sorte com a vidente Terê Tenório que fica nervosa com sua previsão e expulsa Fernando e Estela de sua tenda sem revelar o que viu. Solano brinca com a avó adotiva, dona Mariquita, quando recebe a visita de seu pai Fernando e sua mulher Estela. Quando todos estão reunidos, são avisados pelo mascate Mamed que Antoninha, mãe biológica de Fernando, está doente.  Solano, Mariquita, Fernando e Estela vão com Mamed para a estância de Antoninha na região do rio Araguaia. Terê não consegue impedir Fernando de ir para o Araguaia e decide segui-los com o circo. Neca Tenório reclama quando sua mãe Terê avisa que eles estão indo embora para o Araguaia. Aspásia conta para o padre Emílio que Antoninha piorou. Fernando estranha quando Estela fala sobre o caminho para o Araguaia, aparentando conhecê-lo. Emílio inicia a extrema-unção em Antoninha. Na estrada, Solano socorre Manuela, que monta um cavalo desgovernado.

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Capítulo 002

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Antoninha se surpreende ao ver Solano e descobrir que ele é seu neto. Fernando fica eufórico com o tamanho das terras de Antoninha. Solano tenta domar o cavalo de Manuela. Cirso avisa a Manuela sobre a presença de Solano. Max demite Cirso porque ele não ter feito a lista com nome dos funcionários que tiraram folga sem permissão. Antoninha se emociona ao conhecer o filho Fernando, mas teme por sua vida e o manda ir embora do Araguaia com o filho. Solano entrega o cavalo para Manuela e a beija. Manuela se enfurece com a ousadia de Solano e os dois discutem. Antoninha pede para contar a verdade sobre as origens de Fernando, mas ele se recusa a ouvir a mãe. Cirso resolve entregar a Max a lista com o nome dos trabalhadores para ter seu emprego de volta. Solano se revolta com a atitude do pai em não querer ouvir a avó e o leva à força até seu quarto. Manuela tenta disfarçar o interesse por Solano. Vitor aparece de surpresa na fazenda de Max e Manuela fica decepcionada. Antoninha conta para o filho sobre a maldição que acomete os homens de sua família que permanecem no Araguaia. Antes de falecer, Antoninha implora que Fernando vá embora.

 

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Capítulo 003

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Fernando não conta para Solano sobre a maldição e afirma que vai embora da cidade depois de vender a estância. Mariquita e Aspásia preparam o velório de Antoninha. Manuela reclama com Amélia sobre seu noivo. Vitor pede para marcar a data de seu casamento com Manuela. Aspásia conta para Max sobre a morte de Antoninha e o deixa atordoado. Amélia, Manuela e Vitor chegam à estância e Mariquita comenta que Max está no quarto de Antoninha. Max confessa seu amor por Antoninha e Amélia ouve. Solano se aproxima de Manuela e Vitor desconfia dos dois. Estela tenta convencer Solano a ficar no Araguaia. Cirso chega com Pérola, Safira, Ametista e Esmeralda ao velório. Fred reclama com Caroço, que insiste em levar seu violão para o velório. Safira fica enciumada ao ver Fred chegar com Janaína e Caroço. Max chora pelo falecimento de Antoninha e deixa Amélia constrangida. Manuela conversa com Estela sobre Solano. Vitor fica contrariado quando Manuela insiste em ir para o enterro em vez de viajar com ele. Manuela questiona Max ao vê-lo chorando com a foto de Antoninha na mão. Terezinha desobedece Padre Emílio e leva as crianças para brincar. Vitor reclama por Manuela querer ficar mais tempo que o previsto no Araguaia. As crianças veem o índio Ruriá à beira do rio e ficam assustadas. Fernando tenta vender a estância para Max e se surpreende ao descobrir que as terras já pertencem ao fazendeiro. O caminhão do circo se aproxima da operadora de turismo de Fred e Safira, Ametista e Esmeralda recebem Neca e Pimpinela. Fernando conta para Estela e Solano que as terras de Antoninha pertencem a Max. Neca ironiza a presença de Fred sem saber que ele é o dono da operadora. Solano avisa a Max que não desistirá da estância.

 

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Capítulo 004

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Padre Emílio aconselha Janaína a arranjar um namorado. Terê convence Mamed a levá-la ao encontro de Fernando na estância. Solano afirma a Mariquita e Aspásia que Max não ficará com a estância. Terê conta para Fernando que previu sua morte à beira do Araguaia. Solano, Mariquita e Estela tentam convencer Fernando a continuar no Araguaia e lutar pelas terras de Antoninha. Amélia conversa com Manuela sobre sua relação com Vitor. Fernando sente um mal-estar e Estela fica cismada. Nancy salva Pimpinela de um afogamento no rio. Fernando oferece o cavalo de Solano para Max, que fica feliz em comprá-lo. Padre Emílio conta para Solano o que sabe sobre Max. Vitor vai à igreja marcar a data de seu casamento. Fred repreende Amélia por querer convencê-lo a aceitar as terras que Max quer doar para ele. Solano parabeniza Manuela por seu casamento. Fred flerta com Janaína. Manuela chega à fazenda e fica nervosa ao ver Max e Vitor comemorarem seu futuro casamento. Estela conta para Solano que Fernando vendeu seu cavalo para Max e o domador se enfurece com o pai.

 

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Capítulo 005

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Amélia aconselha Manuela a repensar a decisão de se casar com Vitor. Estela encontra o dinheiro da venda do cavalo e sai com o carro de Solano. Mariquita repreende Fernando por ter vendido o cavalo do filho e o critica por ter afastado Solano de sua mãe. Solano escuta a conversa dos dois e questiona a avó sobre sua mãe biológica. Estela tenta desfazer a venda do cavalo de Solano, mas Max diz que só cancela o negócio na presença do adestrador. Janaína observa a conversa de seu filho Bruno com Terezinha. Estela conta para Solano e Fernando sobre a conversa que teve com Max. Solano vai à fazenda de Max pedir seu cavalo de volta, mas Max dá o cavalo dele para Manuela como presente de casamento e o adestrador vai embora furioso. Bruno chega com Terezinha ao sítio e ela fica nervosa ao perceber Padre Emílio observando os dois. Solano discute com Fernando. Janaína consola Bruno, que sofre por causa de Terezinha. Manuela devolve o cavalo de Solano e Mariquita aconselha o neto a se afastar da moça. Vitor questiona Manuela sobre seus sentimentos por ele e a veterinária fica tensa. Terê comenta com Neca e Pimpinela que Fernando não deu atenção à sua visão. Estela se desespera ao ver que Fernando está morto.

 

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Capítulo 006

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Caroço convence Mamed a fazer negócio com ele em troca de uma serenata para Janaína. Terezinha implora que Padre Emílio não permita que ela seja  adotada. Terê conta para Neca e Pimpinela que Fernando morreu. Solano é consolado por Mariquita durante o enterro do pai. Terê fica desolada ao descobrir que eles foram roubados no circo. Neca convence a trupe a continuar trabalhando para ter sucesso na estreia do circo. Solano se culpa pela morte do pai e Padre Emílio tenta consolá-lo. Manuela fica nervosa ao saber da morte de Fernando e pensa em Solano. Fred confessa para Vitor que não gosta dele por achá-lo parecido com seu pai. Padre Emílio convida Estela para trabalhar com ele, cuidando das crianças no orfanato. Manuela fica perturbada ao conversar com Solano e descobre que está encantada por ele. Estela conhece as crianças e Tomé lhe conta sobre o índio que viram no rio. Caroço vê Mamed vendendo suas mercadorias para as três joias e convence Padre Emílio a implicar com o mascate. Max vê Manuela chegando com seu carro e reclama por ela ter ido até a estância falar com Solano. Padre Emílio comenta com Mamed que Caroço vai fazer a serenata para Janaína sozinho. As crianças levam Estela até o rio e encontram Ruriá fazendo um ritual. Estela fala com o índio. Terê pede a Solano que vá embora do Araguaia para que não tenha o mesmo fim do que seu pai.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 23h57 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Novela Inesquecível: ERA UMA VEZ...

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Novela Inesquecível: ERA UMA VEZ...

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Uma das melhores novelas que eu assisti foi “Era uma Vez...”, a trama de Whalter Negrão, trouxe aos telespectadores uma trama sutil destinada ao público infantil, mas que tocava todos os públicos, tamanha a excelência do autor em construir uma instigante, emocionante e divertida história, com personagens carismáticos que trazia de volta a criança que cada um tem dentro de si próprio.

A trama contava a história de amor da aventureira Madalena (Drica Moraes) com Alvaro (Herson Capri) que tentava viver uma linda história de amor, mesmo com os obstáculos criados por Bruna (Andrea Beltrão), porém, com a ajuda imprescindível do adorado Vovô Pepe (Elias Gleiser) e das crianças: Glórinha (Luiza Curvo), Zé Maria (Alexandre Lemos), Marizé (Alessandra Aguiar), Sarrafo (Eduardo Caldas), Doca (Luã Ubacker) e Fafá (Pedro Agum) que juntos aprontam diversas travessuras para afastar a vilã do coração do veterinário.

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A novela trouxe um elenco estrelar, entre os destaques da trama vale a pena citar a saudosa atriz Nair Bello como a divertida Santa e o grande ator Claudio Marzo como o severo Xistus Kleiner. Outro destaque foi à música homônima de Toquinho que era tocada na abertura. Além da fictícia cidade de Nova Esperança, que era o lugarejo onde todos os telespectadores gostariam de habitar.

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Sem dúvida foi uma novela inesquecível que deixa muita, mais muita saudade...

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Escrito por Jéfferson Balbino às 23h45 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Entrevista Especial - NO MUNDO DOS FAMOSOS

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Dia 04 de Outubro

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Entrevista Especial com a atriz BÁRBARA BRUNO.

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Você irá conferir uma belíssima entrevista especial com essa grande atriz dos  palcos e da televisão brasileira. Não Perca!

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OUTRAS ENTREVISTAS

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Pra você que perdeu as outras entrevistas realizadas por mim aqui NO MUNDO DOS FAMOSOS, aí vai o link de cada uma pra você poder ler, ou reler novamente. Clique em cima do nome do entrevistado para ler a Entrevista Especial realizada.

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1 - NILSON XAVIER (escritor)

2 - MARGARETH BOURY (autora de novelas)

3 - REYNALDO BOURY (diretor de TV)

4 - BABI XAVIER (atriz/apresentadora)

5 - NÉLIO JÚNIOR (jornalista/repórter de TV)

6 - MARCÍLIO MORAES (autor de novelas)

7 - RICARDO LINHARES (autor de novelas)

8 - ANA MARIA MORETZSOHN (autora de novelas)

9 - DUCA RACHID (autora de novelas)

10 - ADA CHASELIOV (atriz)

11 - MAYRA DIAS GOMES (escritora)

12 - THELMA GUEDES (autora de novelas)

13 – ANDRÉ REBELLO (ator)

14 – KADU MOLITERNO (ator)

15 - MAURICIO MACHADO (ator)

16 - LAURO CÉSAR MUNIZ (autor de novelas)

17 - STELLA FREITAS (atriz)

18 - ALCIDES NOGUEIRA (autor de novelas)

19 - EDWIN LUISI (ator)

20 - MAURO ALENCAR (Doutor em Teledramaturgia/escritor)

21 - SOLANGE CASTRO NEVES (autora de novelas)

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Escrito por Jéfferson Balbino às 23h35 [ ] [ envie esta mensagem ] []