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BRASIL, Sul, JACAREZINHO, Homem, de 15 a 19 anos, Informática e Internet, Música, TV e Novelas

Entrevista Especial com THELMA GUEDES - Parte 1

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Hoje eu trago pra vocês uma deliciosa entrevista com uma autora de novelas que tem demostrado grande talento na nossa teledramaturgia, ela é uma das responsaveis por duas novelas de muito sucesso no horário das seis: “O Profeta” e “Cama de Gato”, minha entrevista é com a autora de novelas da TV Globo, Thelma Guedes.

 

 

Jéfferson Balbino: Thelma, quando e como você descobriu que queria escrever novelas?

 

Thelma Guedes: Na verdade, eu descobri muito cedo que eu queria ser escritora. Eu tinha uns 12 ou 13 anos quando li um conto da Clarice Lispector que me emocionou demais. Naquele momento eu decidi que era isso que eu queria fazer: contar histórias que emocionassem as pessoas. A teledramaturgia surgiu depois. Eu já estava terminando a pós-graduação em Literatura Brasileira na USP, trabalhando na editora da universidade, quando soube da Oficina da Globo e me inscrevi. Até então, eu adorava assistir novelas, mas nunca tinha imaginado que escreveria para tevê. Mas assim que comecei a Oficina, me apaixonei completamente por esse trabalho de roteirista de televisão.

 

Jéfferson Balbino: Você estreou na teledramaturgia colaborando com o Walther Negrão na novela Vila Madalena (1999). Como foi essa sua estreia?

 

Thelma Guedes: Na verdade, eu comecei escrevendo historinhas infantis para o programa da Angélica. E logo tive a oportunidade de colaborar na novela do Negrão, por meio de uma indicação de um colega que trabalhava com ele. Foi uma experiência importantíssima, mas confesso que foi difícil. Porque eu estava insegura; o que é natural, afinal eu tinha acabado de entrar na emissora, pulado de um programa infantil para uma novela das 19 horas, para trabalhar com um grande autor. Eu tinha medo de ousar, de extrapolar o meu espaço de colaboradora. Talvez por isso meu texto fosse comportado demais.

 

Jéfferson Balbino: Sua segunda colaboração foi na novela Esperança (2002), que tinha em seu contexto um neo-realismo italiano. É dificil pro autor escrever em cima de um tema um tanto complexo como esse que obriga o autor a pesquisar sobre aquele ‘universo’ a ser abordado na trama?

 

Thelma Guedes: Eu adoro ler, amo estudar, pesquisar. Escrever novela de época, num contexto histórica específico pra mim é um luxo! Mergulhar num outro mundo é uma verdadeira aventura. Esperança tinha um universo riquíssimo, com personagens super bem construídos pelo Benedito Ruy Barbosa. Ele é um mestre. E foi uma linda experiência colaborar com o Walcyr Carrasco, quando ele entrou para escrever a última parte da trama.

 

 

Jéfferson Balbino: Como foi a reação da equipe de roteirista quando o autor Benedito Ruy Barbosa abdicou-se da função de autor titular passando a autoria pro autor Walcyr Carrasco?

 

Thelma Guedes: Quando o Walcyr entrou, eu era a única colaboradora dele. Ele recebeu a incumbência e a cumpriu com toda a dignidade e talento. Além de um cuidado e respeito muito grandes para com o autor da obra. Quanto a mim, eu procurei fazer um bom trabalho, apoiando-o ao máximo.

 

Jéfferson Balbino: Por falar no Walcyr Carrasco, como foi pra você colaborar nas novelas: Chocolate com Pimenta (2003) e Alma Gêmea (2005)? O que você destacaria na sua colaboração nessas novelas?

 

Thelma Guedes: O Walcyr é um dos autores mais geniais que eu conheço. Ele tem talento e uma intuição poderosa. E o entusiasmo dele é contagiante. Eu aprendi muito com ele. Principalmente a não ter medo de ousar. Afinal o brilho de uma novela é mais intenso, quanto maior for a ousadia do autor. Mas uma ousadia sempre dentro dos princípios do folhetim, senão deixa de ser novela. E o público quer ver novela. Quanto à minha colaboração, eu acho que o melhor colaborador é aquele que ajuda o autor a exercer plenamente seu ato de criação. Eu sempre tentei fazer isso. Quando escrevia cenas, eu nunca tentava colocar meu estilo num texto de uma novela que era dele. Eu tentava ficar o mais próximo da escrita dele. Fora isso, eu trabalhava com a memória da novela, me envolvia nas questões de produção e edição, para deixar ele livre para criar. Eu tentava tirar os problemas da frente do Walcyr. E alertá-lo o tempo todo na criação, agindo como uma rede de segurança. Esse é o papel do verdadeiro colaborador.

 

Jéfferson Balbino: Como você conheceu sua parceira de autoria, Duca Rachid?

 

Thelma Guedes: Foi “arte” do Walcyr Carrasco. A Duca tinha trabalhado com ele em duas novelas. E ele nos apresentou informalmente. Quando foi chamado para supervisionar o remake de O Profeta, ele disse que supervisionaria as duas juntas. Eu fiquei preocupada, afinal eu nunca tinha trabalhado com a Duca. Não sabia se daria certo uma dupla. Mas como eu disse antes, o Walcyr tem muita intuição. Ele sacou que ia dar samba. E deu!

 

Jéfferson Balbino: Houve alguma dificuldade ao adaptar o remake de “O Profeta” (2006)?

 

Thelma Guedes: A única dificuldade foi do público atual entender e aceitar o impedimento amoroso, que era uma questão ética, talvez muito subjetiva nos dias de hoje. Por que a Sonia se opunha ao Marcos vender seus poderes, se ele estava desempregado? Mas a solução que nós duas demos foi bem adequada, porque não fugimos da questão ética proposta pela Ivani, mas criamos um impedimento bem concreto: o vilão Clóvis entrou no caminho dos dois. Aí deu tudo certo!

 

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Duca Rachid, Carmo Dalla Vecchia e Thelma Guedes

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Escrito por Jéfferson Balbino às 22h41 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Entrevista Especial com THELMA GUEDES - Parte 2

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Jéfferson Balbino: Nesse remake você e a Duca criaram outras tramas paralelas inexistentes na primeira versão. Como foi o processo de criação dessas tramas complementares?

 

Thelma Guedes: A gente sentiu que faltava humor na novela original. A gente colocou essa pitadinha. Além disso, o fato é que trabalhar com muitas tramas paralelas, interferindo na trama central, é uma marca forte do estilo da dupla. Achamos que tramas paralelas enriquecem, movimentam, ajudam a contar a história principal.

 

Jéfferson Balbino: Você escreveu vários livros de contos, inclusive nesse ano você lançou o livro O Outro Escritor. O que lhe proporciona maior prazer: escrever livro ou escrever novela?

 

Thelma Guedes: O prazer vem de escrever ficção, de qualquer jeito. Eu vivo o tempo todo escrevendo histórias, imaginando, criando personagens e situações ficcionais. Toda noite eu sonho muito. Acordo cheia de ideias e corro para anotar. Pra mim escrever é quase como comer, respirar. Faz parte da minha vida. Claro que escrever pra televisão tem dois momentos de vivenciar o prazer da criação. Quando a gente escreve e quando vê o que a gente imaginou concretizado.

 

Jéfferson Balbino: Seu trabalho na literatura chegou a influenciar sua produção na TV?

 

Thelma Guedes: Não há influência de uma forma de escrever sobre a outra. As duas coisas são uma coisa só, porque o meu imaginário, a minha visão do mundo é uma só. É ela que estará presente em tudo que eu escrever.

 

Jéfferson Balbino: Houve uma noticia de que alguns atores como: Bruno Gagliasso, Taís Araujo e Deborah Secco tiveram que recusar por outros compromissos os papeis principais de “Cama de Gato”, isso ocorreu mesmo? Você também participa da escalação do elenco?

 

Thelma Guedes: Não, de jeito nenhum. Nenhum deles foi chamado para a novela. A Rose foi criada para a Camila Pitanga. Acho que não tinha nenhum papel com os perfis do Bruno e da Deborah. Quanto à participação na escalação, claro que nós duas, como autoras temos que participar. A escalação é um trabalho sempre dos autores com diretores e produtores de elenco.

 

Jéfferson Balbino: Como foi pra você ver sua novela conseguir mais repercussão que a então trama das oito, Viver a Vida?

 

Thelma Guedes: Acho que há um certo exagero nisso. Claro que fico feliz com o carinho do público pela Cama de Gato, pela avaliação positiva da crítica. Mas era uma novela das 18 horas, dirigida a esse público. E Viver a Vida era uma novela muito boa. O Manoel Carlos é gênio.

 

Jéfferson Balbino: Você tem vontade de escrever novela pros horarios, das sete e das oito?

 

Thelma Guedes: Sinceramente, estou muito bem onde estou. Adoro escrever para o horário das seis. Estou familiarizada com esse público. Sei o que ele espera de uma novela. Se for convocada para outro horário, claro que vou aceitar e darei o melhor de mim. Mas nunca vou pedir pra mudar.

 

Jéfferson Balbino: Tem algum ator ou atriz que voce gostaria de trabalhar?

 

Thelma Guedes: Muitos! Mas o que mais adoraria era escrever pro Tarcísio e pra Glória. Não foi à toa que fizemos aquela homenagem a eles no final da nossa novela. Eles são o sonho de qualquer autor!

 

 

Jéfferson Balbino: Que avaliação você faz das novelas produzidas pela Record e SBT?

 

Thelma Guedes: Acho muito boas, escritas por profissionais que conheço e admiro muito.

 

Jéfferson Balbino: Como surgiu a ideia em ambientar algumas cenas de Cama de Gato usando como cenario os Lençóis Maraenses?

 

Thelma Guedes: A ideia foi do Ricardo Waddignton, como alternativa para o deserto de Sal boliviano que ele tinha pensado antes. Já que na época a equipe não pôde gravar lá, devido à epidemia de gripe. Mas Lençóis é lindo demais. E serviu igualmente à trama. Porque a gente precisava de um deserto, um lugar com uma simbologia forte para a “queda” do Gustavo.

 

Jéfferson Balbino: Dos personagens que você escreveu, já houve algum que funcionou como seu alter ego?

 

Thelma Guedes: Sempre tem alguém que tem coisas da gente. A Rose, por exemplo, tem muito de mim. E acho que da Duca também. Eu nasci no subúrbio do Rio de Janeiro, sempre batalhei muito pelas coisas, mas sou alegre e otimista como ela. Além de romântica e de adorar dançar. Só não sou tão bonita quanto a Camila Pitanga (risos)

 

Jéfferson Balbino: Você e a Duca criaram a maravilhosa vilã Veronica (Paola Oliveira), como foi a criação dessa personagem? Na sua opinião porque os vilões atrai tanto o publico e a critica?

 

Thelma Guedes: Criar uma vilã pra mim não é muito fácil. Acho perigoso, porque tenho medo de cair na caricatura. O que mais gostei que fizemos com ela foi redimi-la. Modéstia à parte, achei uma sacada muito legal, humanizá-la com a gravidez. Não gosto muito de vilões psicopatas...

 

Jéfferson Balbino: A que você atribui o sucesso da novela “Cama de Gato”?

 

Thelma Guedes: Ao empenho, amor, coração de todos os profissionais que participaram na criação dela. Isso acabou passando pra novela que ia ao ar e o público sentiu.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 22h29 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Entrevista Especial com THELMA GUEDES - Parte 3

 

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Jéfferson Balbino: Que fatores vocês usam pra escolher o título de uma novela? Em Portugal a sua novela Cama de Gato recebeu o titulo de “A Armadilha”, isso incomodou você e a Duca?

 

Thelma Guedes: Acho muito bom A Armadilha. É o significado da Cama de Gato. Os critérios são muitos para a escolha: sentido, sonoridade, apelo comercial, estético...

 

Jéfferson Balbino: Como foi incorporar em “Cama de Gato” um tema um tanto incomum em novelas, a deficiencia auditiva, através do personagem Tarcisio (Heslander Vieira)?

 

Thelma Guedes: O nosso objetivo era sobretudo dramatúrgico: mostrar que alguém que tem um sonho deve ir atrás dele não importa quão grande seja a dificuldade.

 

Jéfferson Balbino: Uma das coisas que achei sensacional em “Cama de Gato” foi a homenagem que vocês fizeram pro ator Tony Tornado, Gloria Meneses, Tarcisio Meira,e pra autora Andrea Maltarolli. Como ocorreu a ideia de homenagear esses amravilhosos artistas da nossa teledramaturgia?

 

Thelma Guedes: As ideias foram surgindo pouco a pouco. Porque somos tietes mesmo desses artistas. E o que um tiete faz? Tieta! Foi o que fizemos!

 

Jéfferson Balbino: O publico de “Cama de Gato” sofreu com as mortes dos personagens: Débora (Guta Gonçalves) e Alcino (Carmo Dalla Vecchia). É dificil pro autor matar um personagem de sucesso como esses?

 

Thelma Guedes: Às vezes. Nesses dois casos, a morte estava programada desde o começo. E tinham um sentido muito forte pra gente, para acontecer. Mas claro que dói na hora de escrever. Porque a gente se envolve emocionalmente também.

 

Jéfferson Balbino: Qual personagem você destacaria dessa novela?

 

Thelma Guedes: A Rose e o Gustavo, nossa dupla de protagonistas, tinham trajetórias dramáticas muito interessantes.

 

Jéfferson Balbino: Qual foi sua reação ao saber que sua novela “Cama de Gato” ganhou o prêmio Banff World Television Festival, no Canadá?

 

Thelma Guedes: Levei um baita susto. Achei que era brincadeira, quando me avisaram. A gente não escreve pra ganhar prêmio, né? Nem pensamos nisso. Então, foi uma ótima surpresa!

 

Jéfferson Balbino: A Duca me contou na entrevista que eu fiz com ela que vocês tão escrevendo mais uma novela pro horário das seis, e que vai ser de época. Quando vai entrar no ar essa nova novela de vocês? Você pode adiantar alguma coisa em relação a história e/ou elenco da novela?

 

Thelma Guedes: Acho que não vai demorar muito para ir ao ar. Mas como não batemos o martelo nem de data nem de elenco, não posso adiantar. Só posso dizer que a história vai muuuuito legal!

 

Jéfferson Balbino: Com a ampla produção de novelas aqui no Brasil, o mercado de trabalho anda muito movimentado. Você aceitaria um eventual convite pra trocar de emissora?

 

Thelma Guedes: Nem pensar! É lá que tenho, há 13 anos, a chance de viver do que mais gosto de fazer: escrever. Além de sempre ter recebido o respeito e a oportunidade de crescer como profissional. Sem falar que é uma empresa consistente, com um projeto de teledramaturgia definido e consolidado.

 

Jéfferson Balbino: Thelma como é sua participação na escolha da Trilha Sonora da novela? É vocês que determinam que musica vai ser tema de cada personagem e da abertura, ou vocês deixam essa tarefa a cargo do diretor musical?

 

Thelma Guedes: Sim, a gente escolhe as músicas com o diretor e produtor musical.

 

Jéfferson Balbino: Pra finalizar nossa entrevista, nossa pergunta de praxe. Qual foi a melhor novela que você já assistiu?

 

Thelma Guedes: Vou dizer três, tá? Roque Santeiro, Irmãos Coragem e Vale Tudo.

 

Jéfferson Balbino: Thelma, muito obrigado por nos conceder essa entrevista. Sempre fui um grande admirador de seu trabalho e sei bem da sua importante contribuição na história da teledramaturgia brasileira. Quero aproveitar pra te desejar muito sucesso nos seus proximos trabalhos. Um grande beijo!

 

Thelma Guedes: Eu que te agradeço, Jéfferson, pelo carinho e interesse no meu trabalho! Um grande beijo!

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Crédito das Fotos: Marcos Issa.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 22h22 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Entrevista Especial

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Dia 31 de Julho

 

 

Aqui “No Mundo dos Famosos”, você ainda vai conferir muitas entrevistas com diversos profissionais que ajudam a compor a história da televisão, do teatro, da literatura e do cinema brasileiro. Minha próxima entrevista é com um ator de teatro que tem muito talento e que vai compartilhar com a gente muita história, é com o jovem modelo e ator André Rebello. Não Percam!

 

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OUTRAS ENTREVISTAS

 

 

Pra você que perdeu as outras entrevistas realizadas por mim aqui NO MUNDO DOS FAMOSOS, aí vai o link de cada uma pra você poder ler, ou reler novamente. 

 

NILSON XAVIER (especialista em teledramaturgia):

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2009-03-22_2009-03-28.html

 

 

MARGARETH BOURY (autora de novelas):

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2009-08-09_2009-08-15.html

 

 

REYNALDO BOURY (diretor de TV):

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2009-08-16_2009-08-22.html

 

 

BABI XAVIER (atriz/apresentadora):

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2010-04-11_2010-04-17.html

 

 

NÉLIO JÚNIOR (jornalista/repórter de TV):

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2010-04-25_2010-05-01.html

 

 

MARCÍLIO MORAES (autor de novelas):

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2010-05-16_2010-05-22.html

 

 

RICARDO LINHARES (autor de novelas):

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2010-05-30_2010-06-05.html

 

ANA MARIA MORETZSOHN (autora de novelas):

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2010-06-20_2010-06-26.html

 

DUCA RACHID (autora de novelas):

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2010-06-27_2010-07-03.html

 

ADA CHASELIOV (atriz):

 

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2010-07-04_2010-07-10.html

 

MAYRA DIAS GOMES (escritora):

 

http://nomundodosfamosos.zip.net/arch2010-07-11_2010-07-17.html

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Escrito por Jéfferson Balbino às 22h08 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Show de Interpretação: Betty Faria

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Que Betty Faria é uma atriz maravilhosa e com muito talento disso ninguém duvida, porém, o talento dela ainda esta mais resplandecente na atual personagem dessa grande estrela, a italiana Amália Petrone da novela “Uma Rosa com Amor” do SBT. Talvez seja porque essa personagem é mais humana, matriarca de uma família pobre que faz aquele tipo ‘mãezona’ que todos gostariam de ter, é uma personagem diferente de todas as outras que ela interpretou que fazia aquele estilo de mulher fatal como à memorável Tieta, da novela homônima ou a Mirandinha da novela “A Indomada” (Rede Globo/1997). Ver Betty Faria contracenando com o grande Edney Giovenazzi proporciona um grande ao telespectador, afinal é sempre bom ver grandes talentos enriquecendo nossa teledramaturgia. A atuação da atriz na novela de Tiago Santiago é um show a parte e também é um dos fatores que contribui para o sucesso da novela.

 

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Escrito por Jéfferson Balbino às 19h27 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Próxima Reprise: Sete Pecados

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Parece que vamos ter que nos contentar com mais uma reprise de uma novela super recente na tela do “Vale a Pena Ver de Novo” na TV Globo. Tudo leva a crer que a próxima reprise da sessão vespertina é a novela “Sete Pecados” (2007) do grande autor Walcyr Carrasco, a trama esta prevista pra voltar ao ar no dia 13 de setembro. Com essa decisão praticamente todas as novelas escritas pelo autor na TV Globo ganharam repeteco, com exceção de "A Padroeira" (2001) e da última “Caras & Bocas”. Isso reforça a idéia do grande prestigio que Walcyr tem com o público e com os diretores da emissora. O único lado ruim dessa história é que o almejado sonho dos noveleiros de plantão, que tanto quer uma reprise de uma novela antiga, vai se tornando cada vez mais impossível.

 

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Escrito por Jéfferson Balbino às 18h59 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Boletim da TV

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Nota MIL

 

Depois de muito tempo, teve uma atração de nossa TV Brasileira que merece a maior de todas as notas no nosso “Boletim da TV” a máxima “Nota MIL”. E essa nota vai para o apresentador Rodrigo Faro, que imitou de uma forma tão contagiante, nossa querida ‘rainha’ Xuxa, na edição passada do programa “O Melhor do Brasil” (Rede Record), foi hilário vê-lo daquele jeito. Essas imitações que ele faz no quadro “Dança Gatinho” já conquistou todo o Brasil e ganhou repercussão no mundo. Isso comprova o imenso talento do apresentador.

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Nota DEZ

 

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Ricardo Stuckert/Presidência 21.07.2010Lula chora em entrevista

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Para o “Jornal da Record” que esteve simplesmente sensacional durante essa semana, por dois grandes motivos: o primeiro, pela excepcional entrevista exclusiva com o Presidente Lula, feita com muita competência pela brilhante jornalista Adriana Araújo, que tem se mostrado uma excelente entrevistadora da TV Brasileira. O segundo motivo foi pela exibição da série de reportagem “Os Dois Lados da Fama”, feita pelo jornalista Luiz Gustavo, que mostrou com muita clareza como é esse mundo tão cobiçado. Resumindo deu muito gosto em ver o jornalismo da Record, durante essa semana.

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Nota ZERO

 

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Para o programa “Qual é o Seu Talento” do SBT. A atração é uma péssima opção no horário nobre da emissora. Os jurados do programa são chatos, alguns participantes idem, e o apresentador da atração é muito sem-graça, a única coisa que salva é a mini Lady Gaga, que de participante, virou repórter do programa.

 

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Escrito por Jéfferson Balbino às 18h25 [ ] [ envie esta mensagem ] []

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Escrito por Jéfferson Balbino às 18h16 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Vida de Artista: A imensa dor de Cissa Guimarães

Cissa Guimarães e filhos velório rafael mascarenhas

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Essa foi uma terrível semana pra atriz e apresentadora Cissa Guimarães, que perdeu de uma maneira trágica e revoltante seu filho caçula, Rafael Mascarenhas (18). Cissa contou com o apoio dos amigos famosos que compareceram ao cemitério do Caju no Memorial do Carmo pra prestar solidariedade. Entre eles se fez presente o humorista Helio de La Peña que disse: “Sou pai de um adolescente, filho da mesma idade. É uma situação muito impressionante para todo mundo. Meu filho conhecia o Rafael, mas não era íntimo não. É uma situação que a gente vive, a garotada brinca das mesmas coisas, de andar de skate, quando a coisa acontece perto de você, fica todo mundo mais chocado ainda”, disse ele, emocionado. Marília Pêra que também compareceu no local deixou a imprensa uma mensagem de protesto: “A dor de uma mãe que perde um filho não tem volta. Pedestre não tem vez. Se é que ainda temos algum tipo de autoridade por aí, vim pedir mais leis. Podíamos ter pessoas com mais coragem para se fazer cumprir as leis".

 

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Cissa Guimarães e Raul Mascarenhas

 

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Estamos aqui torcendo pra que Deus ilumine e dê força pra nossa querida Cissa Guimarães, pra que ela supere logo esse momento tão difícil por qual esta atravessando.

 

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Escrito por Jéfferson Balbino às 17h56 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Emoção nas Novelas: UMA ROSA COM AMOR

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Capítulo 127, segunda-feira, 26 de julho

 

Peri (Rodrigo Zenardi) oferece uma bala para dopar Gurgel (Daniel Uemura). Giovani (Edney Giovenazzi) não autoriza Pepa (Jussara Freire) a escavar o chão do pátio do cortiço para procurar o tesouro. Joãozinho (João Pedro Carvalho) pede para Pepa devolver o mapa e diz que está cansado de brigar com as forças do além. Sérgio (André Cursino) diz que fingiu mal súbito por amor a Roberta (Isadora Ribeiro). Gurgel fica tonto e se sente mal. Zé Pistola (Zedú Neves) e Peri levam Gurgel. Claude (Cláudio Lins) confessa a Serafina (Carla Marins) que ela foi a primeira mulher a lutar por ele sem interesse. Frazão (Toni Garrido) comunica Egídio (Carlo Briani) que Serafina será diretora na construtora.

 

 

Capítulo 128, terça-feira, 27 de julho

 

Silvia (Vanessa Kseib) sente a ausência de Gurgel na construtora. Janete (Joana Limaverde) avisa Serafina que Gurgel sumiu. Gurgel acorda num matagal e vê Zé Pistola e Peri. Gurgel chora e lamenta ter caído no golpe “Boa Noite Cinderela”. Beto (Fábio Rhoden) pede Terezinha (Sabrina Petraglia) em namoro. Nara (Mônica Carvalho) decide entrar no hospital disfarçada de voluntária para matar Zequias (Luiz Carlos Bahia). O oficial de justiça entrega a ordem de despejo a Giovani, que tem 15 dias para deixar o casarão. Pepa avisa Antonieta (Etty Fraser) e Afrânio (Nilton Bicudo) que serão despejados. Para Serafina, as casas populares de Claude são uma ótima solução para os moradores do cortiço.

 

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Capítulo 129, quarta-feira, 28 de julho

 

Egídio pede para Zé Pistola descobrir para quem Gurgel entregou o dossiê. Zé Pistola aponta a arma para Gurgel e pergunta sobre o dossiê contra Egídio. Serafina estranha o baixo custo das casas populares. Joãozinho sente dores na cabeça e incorpora o velho Tobias (Eduardo Silva). No corpo de João, Tobias fala a Pepa: “A senhora foi avisada”. Claude e Serafina sentem prazer em trabalhar juntos. Egídio explica para Nara como injetar o veneno em Zequias. Joana (Lúcia Alves) revê o filho e fica feliz. Tobias confirma a existência do tesouro e sai do corpo de Joãozinho. Nara se infiltra no hospital e vai até Zequias. Beto visita Zequias. Nara se assusta quando vê Beto no quarto de Zequias.

 

 

Capítulo 130, quinta-feira, 29 de julho

 

Paulo (Paulo Goulart Filho) interroga Nara. Nervosa, Nara diz que foi escalada por uma ONG. Beto diz a Paulo que é filho de Nara, a “voluntária” que tentou visitar Zequias. O policial se espanta. Giovani avisa Antoninho que fará campanha contra ele. Afrânio fala para Catarina que não é homem para ela, porque não tem seguro de vida. Roberta resolve ir ao cortiço para conversar com Sérgio. Serafina oferece as casas populares de Claude para o pessoal do cortiço. Roberta diz para Claude que não enviou chocolates para Serafina. Socorro, empregada de Claude, come os chocolates e passa mal. Sérgio recebe Roberta no cortiço. Sérgio apresenta Roberta a sua mãe Joana. Roberta e Joana se encaram.

 

Capítulo 131, sexta-feira, 30 de julho

 

Roberta e Joana ficam emocionadas. Giovani diz a Serafina que Claude não passa de um vigarista. Erci (Ana Carolina Lima) revela para Alzira (Gisele Fraga) que não desistiu de Frazão. Roberta fala para Sérgio que foi Joana quem ensinou tudo o que sabe hoje. Roberta pede para Sérgio fazer o filme. Joãozinho ouve os conselhos de Vó Maria, que pede que ele vá atrás do tesouro para ajudar os pobres. Claude avisa Serafina que o chocolate estava envenenado e pede para ela ficar no apartamento. Egídio pede para Nara não se preocupar com Zequias, pois ele está em coma. Elisa conta para Raquel que Beto está morando no cortiço e namora Terezinha. Serafina não se deixa intimidar por Nara e Egídio.

 

   

Capítulo 132, sábado, 31 de julho

 

Colibri (Elam Lima) tenta seduzir Terezinha.  Beto pede para Colibri soltar o braço de Terezinha. Sérgio e Roberta beijam-se em clima romântico. Erci liga para Alabá e garante que Frazão é um galinha. Alabá reage assustada e pressiona Frazão. Ele diz que Alabá é diferente das outras. Alabá e Frazão se beijam. Beto e Terezinha beijam-se na boca. Egídio liga para Serafina e faz ameaça a ela com voz disfarçada. Serafina chama Egídio de cafajeste. Catarina (Clarisse Abujamra) dá banho em Afrânio. Catarina o observa com olhar “calculista”. Gurgel não suporta tanta pancadaria e diz a Zé Pistola que o dossiê está com Silvia. Claude suspeita que Egídio fez acordo financeiro com a concorrência.

 

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Escrito por Jéfferson Balbino às 17h25 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Agradecimento

Obrigado pelo 300 mil acessos “No Mundo dos Famosos”!

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Escrito por Jéfferson Balbino às 16h38 [ ] [ envie esta mensagem ] []