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BRASIL, Sul, JACAREZINHO, Homem, de 15 a 19 anos, Informática e Internet, Música, TV e Novelas

Entrevista Especial com RICARDO LINHARES - Parte 1

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O nosso entrevistado de hoje, é mais um dos renomados autores de novelas do Brasil. Começou sua carreira de escritor desde cedo, já escreveu pra diferentes gêneros desde programas humorísticos a programas educativos. Tem um currículo repleto de grandes novelas que marcaram época na história da Teledramaturgia brasileira. Enfim, a nossa entrevista é com o autor de novelas da TV Globo, Ricardo Linhares.

 

 

Jéfferson Balbino: Ricardo, como você descobriu que queria ser escritor?

 

Ricardo Linhares: Comecei a escrever para teatro com uns 15 anos de idade. Eu sempre li muito – e muito teatro. Quando alguém me pede um conselho profisional, recomendo que leia o máximo que puder, de todos os gêneros literários, principalmente os clássicos, para ter uma boa base, uma boa formação. Quando comecei a escrever minhas peças, eu as inscrevi em alguns concursos. Ganhei uns três concursos literários por volta dos meus 17, 18 anos. Aos 19 anos comecei a trabalhar como roteirista na TVE, levado pela produtora Ana Gouvêa, no projeto Qualificação profissional, um telecurso para professores.

 

Jéfferson Balbino: Você começou sua carreira de escritor na TV Educativa, escrevendo o telecurso Qualificação Profissional. Como foi essa experiência?

 

Ricardo Linhares: Trabalhei na emissora durante uns quatro anos. Foi minha estreia na televisão. Enquanto ainda estava na TVE, comecei a trabalhar também na Globo, escrevendo no programa Caso verdade, que naquele tempo ocupava o horário que hoje é de Malhação. Na mesma época, fui convidado a integrar a equipe de Max Nunes e Hilton Marques na redação de Viva o gordo, programa do Jô Soares. Fiz uns quatro anos de Viva o gordo, paralelamente ao Qualificação profissional, na TVE, e Caso verdade – que depois virou Teletema.

 

Jéfferson Balbino: Você é formado em jornalismo. Nunca teve vontade se exercer essa profissão?

 

Ricardo Linhares: Sou formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mas nunca cheguei a exercer a profissão, pois ainda na faculdade comecei a escrever para televisão. Eu me formei em 1984 e nem fui buscar meu diploma. Imagina que até hoje ele está lá, esperando por mim!... A partir do momento em que eu comecei a trabalhar em televisão, infelizmente eu não tive mais tempo para o jornalismo. Quinzenalmente, assino uma coluna na página de opinião do jornal O Dia. Entrei para a Globo em 1983 e nunca mais parei de trabalhar em televisão. Tenho 14 novelas no currículo, como colaborador, co-autor e autor titular, fora as minisséries e os programas especiais. Também fui supervisor de texto do primeiro ano de Malhação, com Ana Maria Moretzshon.

 

Jéfferson Balbino: E como foi escrever para o programa Viva o Gordo, de Jô Soares?

 

Ricardo Linhares: Trabalhei direto com Max Nunes e Hilton Marques, dois fera do humor. Foi uma escola maravilhosa. O convívio era excelente. Havia uma coisa interessante: o programa era todo gravado na segunda-feira, e nós ficávamos no estúdio acompanhando as gravações, improvisando, mexendo no texto, durante o dia inteiro. Nós tínhamos um convívio grande não só entre nós, redatores, mas também com Jô Soares e com os atores. Podíamos experimentar o que estava funcionando, o que não estava, mexer daqui, dali. Eu escrevia tudo. Não havia um quadro específico. Às quartas-feiras, tínhamos uma reunião de criação com toda a equipe de redatores, sob o comando de Max Nunes. Nós levávamos material para ele, e ele também fazia encomenda de quadros. Não havia um redator que escrevesse só para um personagem. Tanto podíamos escrever para algum personagem quanto podíamos redigir piadas soltas – aquelas que o Jô não fazia e eram distribuídas entre os atores do programa. Dependia da sua inspiração entre as reuniões de quarta e as gravações de segunda. No programa, aprendi a usar o bordão, que vai muito bem nos núcleos cômicos das novelas.

 

Jéfferson Balbino: Você também escreveu para o programa Caso Verdade. O que você destacaria dessa experiência?

 

Ricardo Linhares: O que acho interessante destacar é que Caso verdade era como uma pré-novela, um aquecimento para escrever novela, porque cada edição tinha início, meio e fim, em cinco capítulos, de segunda a sexta-feira. Eu precisava pensar nos ganchos, na trama principal e nas tramas paralelas que sustentariam aquela história até o final. Foi uma espécie de preparação para escrever novelas.

 

Jéfferson Balbino: Como surgiu o convite para ser colaborador na novela O Outro (1987). Foi difícil estrear como escritor de novelas, já que até então você apenas para programas e seriados?

 

Ricardo Linhares: Eu conheci o Aguinaldo na Casa de Criação Janete Clair, um núcleo de autores que havia na Globo, na época. Aguinaldo me chamou para ser colaborador dele em O outro. Foi assim que comecei em novela. Aguinaldo foi o melhor professor que eu poderia ter. Um mestre! Devo o início da minha carreira de novelista a ele.

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Escrito por Jéfferson Balbino às 14h28 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Entrevista Especial com RICARDO LINHARES - Parte 2

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Jéfferson Balbino: Você prefere escrever pra vilões ou mocinhos?

 

Ricardo Linhares: Pros vilões! Eu acho o tema fascinante. Para escrever sinopses, já estudei a vilania diversas vezes. Os vilões seduzem as platéias mais do que os mocinhos. É como se projetássemos nos vilões toda a nossa maldade. E todos nós temos um lado cruel, por mais que a maioria das pessoas tente negar isso. Quase sempre nós conseguimos sublimar isso. Mas a maldade dos personagens de ficção nos liberta da nossa própria maldade. É uma catarse. O personagem age e diz coisas que nós gostaríamos de dizer ou fazer, mas somos policiados em vários níveis, no nosso dia-a-dia. A civilização tenta conter nosso instinto maléfico para que nós possamos conviver em sociedade. Mas a maldade é um instinto natural do ser humano, continua existindo dentro de todos nós, mesmo que censurada. Os vilões, porém, agem livremente, sem censura ou freios morais. E realizam o que todos nós gostaríamos de realizar, mas não podemos. Quanto mais humano for o vilão, mas assustador ele se torna. O vilão não deve ser um bloco maniqueísta de maldade. Não deve ser forte e imbatível. Quando ele tem fraquezas, fragilidades e hesitações, e mesmo assim cometem maldades, ele se torna mais terrível porque fica mais reconhecível, mais palpável: ele se torna uma pessoa como outra qualquer. Ou seja: quando o vilão é humano, mostra que todos nós poderíamos cometer aquela maldade se estivéssemos vivendo as mesmas circunstâncias, sob a mesma pressão. O vilão se liberta dos freios morais e éticos e comete as maldades. E nós? Até que ponto agüentaríamos a mesma pressão sem agir da mesma forma?

 

Jéfferson Balbino: Como você avalia a produção dramatúrgica das emissoras concorrentes (Record e SBT)?

 

Ricardo Linhares: Acho ótimo que haja concorrência. Amplia o mercado de trabalho de todos nós.

 

Jéfferson Balbino: De todos os seus trabalhos, qual é o que você tem um carinho especial?

 

Ricardo Linhares: Tieta. Foi uma novela muito prazerosa de fazer. O entrosamento entre o Aguinaldo, a Ana e eu era maravilhoso. A história era divertida. Tinha uma excelente direção do saudoso Paulo Ubiratan. O elenco era especial. Enfim, pelo conjunto da obra, Tieta é inesquecível para mim.

 

Jéfferson Balbino: Como é o Ricardo Linhares telespectador. O que você gosta de assistir na TV?

 

Ricardo Linhares: Assisto as novelas. Eu sou noveleiro, curto o gênero. E também sou fã dos seriados americanos, como Lost, Brothers & Sisters, Two and a half man, entre muitos outros. Sempre que possível, assisto ao Jornal Nacional ou ao Jornal da Globo, para ficar bem informado. Não gosto de programa de auditório nem de variedades. E detesto zapear. Só pego o controle remoto para ligar, desligar e mexer no volume. Não troco de canal nos intervalos comerciais.

 

 

Jéfferson Balbino: Qual é o seu próximo projeto pra televisão? Tem como você adiantar alguma coisa pra gente?

 

Ricardo Linhares: Estou reeditando a minha parceria com o Gilberto. Estamos escrevendo os primeiros capítulos de Lado a Lado (título provisório), que deve estrear no início de 2011 às 21h, com direção de Dennis Carvalho.

 

Jéfferson Balbino: Pra finalizar, é hora da nossa tradicional pergunta de nossas entrevistas. Qual é a melhor novela que você assistiu?

 

Ricardo Linhares: Vale tudo!

 

Jéfferson Balbino: Ricardo, muito obrigado por participar dessa entrevista. Pra mim foi um prazer enorme entrevistar alguém tão talentoso e tão importante na nossa teledramaturgia como você. Desejo-te muito sucesso hoje e sempre. Parabéns por essa belíssima carreira e que você continue sempre criando essas novelas que sempre marca nossa vida. Abraços!

 

Ricardo Linhares: Obrigado a você pela gentileza! Um grande abraço e tudo de bom pra você Jéfferson.

 

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Escrito por Jéfferson Balbino às 14h24 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Nota MIL: Bela, a Feia - Uma novela nota mil

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Nota MIL para Bela, a Feia

 

Quando surgiu a conversa de que a Record se juntou a Televisa pra produzir o remake da novela colombiana Betty, a Feia (ou A Feia mais Bela, do México), muitos criticaram a atitude da emissora, outros achavam que era um tiro no pé, que a emissora iria retroceder o grande salto que teve na teledramaturgia conquistada nos últimos anos. A novela estreou com pouca audiência, mais mostrando que de mexicana só tinha o fio condutor da história porque as tramas paralelas era muito brasileira, se não fosse o título (Bela, a Feia) quase idêntico ao das versões estrangeiras poderíamos até ter esquecido que a trama, escrita tão competentemente pela autora Gisele Joras, era adaptada. Com o passar do tempo, a novela foi caindo no gosto do público e a audiência que era pífia teve um crescimento muito considerável, a trama agradou muito por desvincular da versão original, a autora foi muito inteligente e perspicaz por ter modificado a história. A novela produzida pela Record teve elementos essências que uma novela precisa ter pra ser atraente, que não tinha nas outras versões que o público já conhecia, isso foi o grande diferencial da obra. A protagonista Bela (Giselle Itié) sofreu acidente, passou por morta, assumiu uma nova identidade, teve filho, teve a transformação antes do esperado FIM. Por falar em transformação, o capítulo que Bela chega a Agencia Mais Brasil linda como Valentina (capitulo exibido no dia 07 de Abril) a trama da Record conquistou 18 pontos de audiência em São Paulo e 25 pontos no Rio de Janeiro. Vale ressaltar que no início da trama a audiência chegou a registrar 5 pontos. O talento de muitos atores foi um dos fatores que propiciou esse grande sucesso que a novela teve, entre os destaques do elenco podemos citar: Bruno Ferrari, Simone Spoladore (que fez da Verônica uma excepcional vilã), Barbara Borges (que foi uma revelação na comédia), Benvindo Sequeira e Jonas Bloch (ambos mostraram que ainda tem talento de sobra), Ângela Leal, Esther Góes, Laila Zaid (outra revelação do núcleo cômico da novela), Aracy Cardoso (embora num papel de coadjuvante a atriz mostrou seu grande talento na telinha, ela que estava afastada das novelas por falta de convite, teve um belo retorno), João Camargo, Bia Montez, Roberta Gualda, Claudio Gabriel, Marcela Barroso, Oberdan Júnior, Rafael Primo, além é claro da protagonista Giselle Itié. A trama esta chegando ao fim com gostinho de quero mais, esses 217 capítulos foram poucas pra essa novela que já é inesquecível pra todos nós.

 

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Escrito por Jéfferson Balbino às 14h13 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Próxima Estreia: Reprise da novela OS MUTANTES na Record

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A partir de amanhã (31/05) a Rede Record volta a exibir um dos maiores sucessos produzidos pela emissora em sua nova fase na teledramaturgia, a novela Os Mutantes – Caminhos do Coração que foi ao ar entre 2007 à 2009. A emissora deve reprisar as duas temporadas da novela que foram as que obtiveram maior sucesso. O anuncio da reprise agradou o autor da trama Tiago Santiago, além dos atores que fizeram parte do elenco da novela. A emissora esperar obter nove pontos de média com a reprise da novela. A trama será reexibida a partir das 18:15 horas, logo após o seriado Todo Mundo Odeia o Cris.

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Letícia Medina interpretou Tati em 'Os Mutantes - Caminhos do Coração' Foto: Rede Record/Divulgação

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Escrito por Jéfferson Balbino às 13h01 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Espaço Aberto: O monopólio da Globo nos esportes pode estar chegando ao fim

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Em reunião realizada ontem (quinta-feira) em Brasília, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) propôs um acordo entre clubes e emissoras de TV que acabaria com o monopólio da Globo nas transmissões de futebol.
Para encerrar um processo que tramita desde 1997, o Cade sugeriu a extinção de uma cláusula que dá preferência à Globo nas renovações de contratos. Propôs também dividir o Campeonato Brasileiro em dois pacotes para televisão. Um pacote ficaria com a Globo e o outro seria comprado por outra rede (a Record é a maior interessada).

Embora já ventile nos bastidores que tentará vender o Campeonato Brasileiro em dois pacotes, o Clube dos 13 se manifestou contrário à sugestão do Cade. Isso porque uma eventual decisão do órgão no sentido de dividir o Brasileirão em dois pacotes deixaria o Clube dos 13 "amarrado", sem outras alternativas de negociação, o que poderia desvalorizar os direitos de televisionamento. A Globo foi contra a proposta e a Record, a favor. As três partes, no entanto, terão um tempo para se manifestarem oficialmente.

Um dos pacotes em articulação pelo Clube dos 13 prevê jogos às quartas e domingos, como é atualmente. O outro teria a transmissão de partidas às quintas, às 20h30, e aos sábados.
O Cade é um órgão vinculado ao Ministério da Justiça que regula a concorrência econômica no país. Funciona como um tribunal. Suas decisões têm ser cumpridas pelas partes envolvidas.

O processo, que está em análise pelo conselheiro Cesar Mattos, teve início há 13 anos. Nele, o Clube dos 13 e a Globo são acusados de prática de cartelização. Isso porque a cláusula que dá preferência à Globo funciona como uma ferramenta de monopólio para a emissora. Na prática, a Globo pode cobrir a proposta de uma outra rede TV, ficando sempre com os direitos de exibição do Brasileirão. Nunca uma outra rede consegue tirar os direitos dela.

Pelo acordo proposto agora pelo Cade, o processo seria encerrado e o Clube dos 13 e a Globo, inocentados. Mas teriam de abrir mão da cláusula de preferência, permitindo que a Record (ou o SBT ou a Band) dispute os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, ou parte deles.
O atual contrato da Globo com o Clube dos 13 vence no final do ano que vem. Em alguns meses, devem começar as negociações pelos direitos dos torneios de 2012, 2013 e 2014. Hoje, a Globo desembolsa cerca de R$ 500 milhões por ano pela exibição do campeonato, incluindo TV paga e pay-per-view.

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Informações: Daniel Castro

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Escrito por Jéfferson Balbino às 01h18 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Bastidores da TV: Domingo Espetacular entra na disputa pela audiência com o Fantástico

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A partir deste fim de semana, o Domingo Espetacular muda de horário e passa a ser exibido às 20h, em vez de 17h. No programa de estreia do novo horário, a reportagem entra pela primeira vez em um presídio para pedófilos em Sorocaba, no interior de São Paulo, e mostra o caso de um homem que subornava garotas menores de idade para manter relações sexuais.

O programa deste domingo (30), comandado por Paulo Henrique Amorim, Janine Borba e Fabiana Scaranzi, também traz a história de uma garota norte-americana, de 17 anos, que tem uma misteriosa doença que fez com que ela não se desenvolvesse e continuasse vivendo como um bebê.

A equipe do programa passou uma semana com Léo, vocalista do grupo baiano Parangolé, que lançou o hit Rebolation, e a reportagem que vai ao ar nesse domingo mostra a vida em família do cantor, o que ele faz no dia a dia e em um grande show.


Mas as mudanças não são apenas de horário: há projetos para novos quadros e séries. Em uma delas, sem data confirmada para ir ao ar, serão utilizadas câmeras de alta resolução, capazes de captar imagens que os olhos não veem. Também há projetos para o segundo semestre deste ano.

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Fonte: R7

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Escrito por Jéfferson Balbino às 01h00 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Emoção nas Novelas: Bela, a Feia - última semana

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Rodrigo consegue impedir Bela de entrar na casa de Vera. Os dois estão muito tensos. Olga, aflita, tenta acalmar Ataulfo. Dinho se insinua para Vera, que fica indignada. Olga pede ainda que Ataulfo fuja com ela. Mas ele se nega. Helinho volta a chorar e Ataulfo fica ainda mais irritado.

Verônica e Cíntia, cúmplices, decidem fugir do país. Luddy fica triste por ser abandonada, já que tem Verônica como sua heroína. Léa escuta toda a conversa escondida. Policiais começam a cercar a casa de Vera. Bela e Rodrigo não conseguem parar de pensar em Helinho. Ataulfo desconfia de que esteja acontecendo alguma coisa lá fora.

Ataulfo acusa Vera de ter chamado a polícia. Ela, apavorada, nega e Olga implora que Ataulfo os liberte. Elvira diz sentir um aperto no peito, do mesmo jeito que quando Bela morreu. Rodolfo a consola. Policiais tentam negociar com Ataulfo, que exige um carro e um jatinho para fugir do país. Bela e Rodrigo desesperados pedem que os policiais acatem as exigências, mas eles se negam. Tânia declara sua paixão por Guto e os dois se beijam apaixonados.

Bárbara, bêbada, chora ao pensar que não terá mais dinheiro. Cíntia, Verônica e Luddy vão embora e Léa conta tudo para Ariosto e Vanda. Bela, desesperada, decide se entregar em troca de todos os reféns, mas Rodrigo a impede. Inês sai com Helinho para que todos vejam que eles estão vivos. Clemente continua preocupado com o sumiço de Bela.

Vanda e Ariosto ficam perplexos com a fuga de Cíntia. Ricardo conta para Ariosto que Verônica está sendo procurada pela polícia. Diogo suspeita que Valentina é Bela, mas não conta para ninguém. Bela aproveita uma brecha e sai correndo em direção à casa de Vera. Rodrigo fica em choque.
  

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Escrito por Jéfferson Balbino às 00h27 [ ] [ envie esta mensagem ] []