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O piloto brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, admitiu em entrevista ao jornal italiano La Gazzetta dello Sport que recebeu ofertas de outras escuderias durante o tempo que esteve afastado dos circuitos após o acidente nos treinos do Grande Prêmio da Hungria, em julho, que o tirou do restante do Mundial de Fórmula 1 de 2009.
Questionado sobre se uma delas foi a McLaren, se limitou a sorrir e dizer: "Não sei". Massa também disse em entrevista que terá mais diálogo com seu novo companheiro de escuderia na Fórmula 1, o espanhol Fernando Alonso, do que com o antigo, o finlandês Kimi Raikkonen.
- Certamente haverá mais diálogo. Kimi não falava, era muito fechado.
O brasileiro falou que aconselharia Alonso a "se concentrar para fazer com que o novo carro nasça com boas condições". Massa afirmou que, em 2010, a Ferrari será mais "latina" e "falará mais italiano, apesar de os técnicos da escuderia serem de todo o mundo".
- Nos últimos três anos tivemos muitos problemas. Temos que trabalhar para evitá-los, esperando ter um carro ideal.
Massa também apontou que o fato de que ele e Alonso serem fluentes em italiano é uma vantage e declarou que, se dependesse dele, teria voltado a correr já no Grande Prêmio do Brasil, em outubro, após o grave acidente que sofreu em 25 de julho durante os treinos para GP da Hungria.
O brasileiro ainda defendeu seus substitutos na Ferrari, os italianos Luca Badoer e Giancarlo Fisichella, que tiveram resultados decepcionantes nas corridas em que participaram.
- O F60 [carro usado pela equipe em 2009] teve um caminho complicado, entre mudanças de regulamentação, interpretações e atualizações. Entendo que não era fácil conduzi-lo.
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